Exames

Colonoscopia

A colonoscopia é um exame feito para visualizar o interior do reto, cólon e parte do íleo, por meio de um tubo flexível introduzido no ânus. Em sua ponta existe uma minicâmera de TV que transmite imagens coloridas que podem ser gravadas ou fotografadas.

O colonoscópio é um tubo fino, longo e flexível que pode chegar de 185 cm e diâmetro entre 1,0 e 1,3 cm. Os últimos centímetros podem girar em diferentes ângulos para melhorar a visualização no interior do cólon. Com o equipamento também é possível introduzir uma pinça usada para tirar completa ou parcialmente lesões como pólipos.

 

Como é feita a colonoscopia

O paciente fica deitado em uma maca sobre o seu lado esquerdo. Ele é levemente sedado ou, em alguns casos, anestesiado. O interior do colo é acessado pela inserção do tubo flexível no ânus. Para isso o cólon precisa estar sem fezes e resíduos, por isso é necessário um preparo prévio, como dieta líquida nas 24 horas antecedentes ao exame. Usam-se laxativos conforme orientação dos médicos. A introdução é lenta e suave, permitindo o exame cuidadoso da mucosa. São injetadas pequenas quantias de ar no intestino para melhorar a visualização. 

Alguns medicamentos podem ser tomados normalmente, enquanto outros devem ser suspensos de 48 a 72 horas antes do exame. Não é preciso ficar hospitalizado e a duração do procedimento é de 20 a 30 minutos. É possível fazer biópsias da mucosa, corrigir sangramentos e retirar pólipos.

 

Por que fazer?

A colonoscopia deveria ser um exame preventivo em pessoas com mais de 50 anos, pois a partir dessa idade as pessoas ficam mais propensas a câncer e pólipos intestinais. O exame permite a visualização da mucosa do intestino grosso, descompressão de volvo intestinal e hemostasia de sangramentos. Auxilia no acompanhamento de tumores, diagnóstico de doenças inflamatórias e outras patologias intestinais.

 

Deve-se fazer o exame a partir das seguintes situações:

• Diarreia ou constipação crônica;

• Rastreamento de cânceres, pólipos ou doenças inflamatórias do intestino;

• Dor abdominal de origem desconhecida;

• Sangramentos retais;

• Suspeitas de diverticulite, hemorragia digestiva baixa ou neoplasias.

 

Praticamente não há riscos ao efetuar o exame, ou seja, a taxa é de 0,2% de complicações e de morte é de 0,007%, praticamente nulo. Alguns efeitos colaterais podem ocorrer por conta da sedação como: dor abdominal intensa, grande distensão do abdômen, vômitos, febre e sangramento persistente.

 

Existem algumas contraindicações para realização do exame:

• Embolia pulmonar recente;

• Infarto recente do miocárdio;

• Neutropenia significativa;

• Esplenomegalia;

• Aneurisma da aorta.

 

Independente da necessidade de fazer o exame, sempre é bom prevenir doenças com alimentação saudável, ida periódica ao médico e prática de exercícios físicos.

 

O ideal é ter uma dieta rica em fibras que fazem o intestino trabalhar bem, isso preserva de tumores e arrasta de forma mais rápida substâncias de contato tóxico.

 

Por outro lado comer alimentos gordurosos, carne vermelha em excesso, frituras e embutidos aumenta o risco de doenças. O cigarro também é inimigo no intestino, pois tem componentes tóxicos que prejudicam as células do órgão.

 

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