Raio-x contrastado

O exame de raio -x contrastado difere da radiografia simples. Ele geralmente é o solicitado quando determinada estrutura corporal ou órgão não consegue ser visualizado com total precisão por meio do raio -x simples.


Sendo assim, quando uma estrutura, um tecido, um órgão e seus contornos precisam ser melhor visualizados, uma opção é apostar na introdução de uma determinada substância (ou seja, o contraste) no interior do mesmo.


No geral, essas substâncias são chamadas dessa forma uma vez que realmente provocam um “contraste” no interior do organismo do indivíduo. Elas preenchem qualquer tipo de cavidade oca, fazendo com que assim se torne possível o estudo e a análise da forma, das paredes, entorno e demais características do órgão ou estrutura em questão.


Não à toa, o exame de raio -x contrastado é capaz de identificar no interior do organismo do paciente: dilatações, tumores, ulcerações, obstruções, estreitamentos, morfologias e outros problemas.


Mas afinal, como o exame de raio -x contrastado pode ser realizado?


Simples. Antes de tudo, elementos químicos com alta densidade, como é o caso do bário ou do iodo, por exemplo, são introduzidos nos órgãos que serão analisados. Isso se torna possível por meio de injeção venosa ou até mesmo pela ingestão de tais substâncias.


Os contrastes podem ser denominados iodados (quando o sal utilizado é o iodo) ou baritados (quando o sal inserido é o bário).


Vale destacar que quando as substâncias químicas são injetadas (ou seja, por meio da injeção venosa) elas só começam a fazer efeito no organismo como contraste quando passam a ser excretadas. Sendo assim, este é o parâmetro para que o exame de raio -x contrastado seja iniciado.


Assim que os componentes forem ingeridos, eles passarão a preencher as “cavidades digestivas” do organismo do paciente, o que fará com que o exame de raio -x revele a presença de qualquer anormalidade presente nestes órgãos ou em seus entornos (como nas paredes, por exemplo).


Para a realização do exame de raio -x contrastado em outros órgãos, como é o caso do útero, cólon, bexiga e outros, as substâncias químicas devem ser introduzidas pela vagina, ânus ou uretra.


Geralmente, o exame de raio -x contrastado é solicitado para a avaliação dos seguintes órgãos e estruturas do organismo: esôfago, duodeno, vesícula biliar, estômago, cólon, rins, útero, árvore urinária e bexiga.


Existem ainda alguns tipos especiais de exame de raio -x contrastado, sendo eles: radiografia da medula espinhal, arteriografia cerebral e radiografia de trompas uterinas.


Há algum risco em realizar o exame de raio -x contrastado?


Por conta da ingestão de elementos químicos com alta densidade, muitos pacientes alimentam a crença de que o exame de raio -x contrastado é um exame de risco.


Na realidade, o indivíduo realmente pode ter algumas reações às substâncias utilizadas como contraste. Os sintomas mais comuns são: gosto de metal na boca, náuseas, sensação de temperatura corporal elevada, tontura e vômitos. Indivíduos com hipersensibilidade podem apresentar reações mais graves – tanto de imediato como horas ou dias após a realização do exame.


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